A Visão Mística do Futuro Papa e o Mistério de Bento XVI
Uma profecia para o nosso tempo
Ao longo da história da Igreja, Deus não deixou de enviar profetas, videntes e santos que anunciaram os tempos de crise. Muitas dessas revelações falavam de um Papa misteriosamente afastado de sua missão, de uma Sé usurpada e de uma grande apostasia que obscureceria a luz da verdadeira fé. Hoje, olhando retrospectivamente, vemos como tais anúncios se aplicam de modo impressionante à figura do Papa Bento XVI.
Diversos místicos viram, em visão espiritual, o Papa legítimo sendo isolado, abandonado pelo clero e cercado de inimigos. Esse Papa seria penúltimo da sucessão verdadeira — e sua morte marcaria a entrada definitiva da Igreja nos tempos da purificação.
O helicóptero sobre o Vaticano: um símbolo profético
São Pio X viu, em êxtase, um de seus sucessores fugindo de Roma sobre os cadáveres de seus padres, buscando refúgio, e caindo morto vítima de violência.
São Pio X então exclamou:
“O que vejo é aterrador! Será o Papa que virá depois de mim, de mesmo nome. Ele deixará Roma e, caminhando entre os cadáveres dos seus padres, fugirá disfarçado. Ele deixará o Vaticano e morrerá em terrível sofrimento. O que vejo é aterrador! Será a mesma Roma, mas mudada e desfigurada…”
Quando, em fevereiro de 2013, Bento XVI deixou o Vaticano de helicóptero após sua renúncia forçada, muitos viram apenas uma cena administrativa. Contudo, aos olhos espirituais, aquele gesto tinha um significado imenso – e cumpria a profecia de São Pio X: Bento XVI sobrevoava a Cidade Eterna passando sobre os “corpos mortos” de um clero que, ao aderir ao Grande Cisma da “Primavera Católica”, havia perdido a comunhão com Cristo e, por consequência, morrido para a vida sobrenatural.
Era a representação visível de uma realidade invisível: o clero, ao aceitar a falsa sucessão e rejeitar o Papa legítimo, incorreu em excomunhão e morte espiritual. O helicóptero, elevando-se sobre esses “mortos”, mostrava Bento XVI já unido à dimensão da Igreja celeste, permanecendo vivo no espírito, mesmo enquanto era afastado da vida pública.
O cativeiro no Vaticano
Após sua saída, Bento XVI foi confinado dentro dos muros vaticanos. Por quase dez anos viveu incomunicável, sob vigilância constante, em situação que muitos identificam como cativeiro e prisão silenciosa. Ele se tornou um sinal vivo, semelhante aos Papas dos primeiros séculos perseguidos pelos imperadores, impossibilitados de exercer livremente sua missão, mas sustentando a Igreja invisivelmente.
A sua morte, há cerca de dois anos e meio, permanece envolta em mistério. Anunciada de forma súbita e mal explicada, muitos fiéis reconhecem nela indícios de sofrimento e maus-tratos. Esse fim martirial ofereceu-se como reparação pelos pecados da Igreja e pelos crimes do clero apóstata.
Bento XVI: o penúltimo Papa válido
De acordo com a célebre profecia de São Malaquias, o penúltimo Papa verdadeiro seria seguido por Petrus Romanus, o último sucessor legítimo de Pedro, que aparecerá somente depois dos Três Dias de Escuridão.
As visões de Santa Hildegarda de Bingen, Santa Catarina Emmerick e de outros místicos, aprovados pela Igreja, também descrevem um tempo em que a Igreja seria aparentemente eclipsada, governada por falsos pastores, enquanto o verdadeiro Papa sofreria em silêncio.
Nesse contexto, Bento XVI permanece o Papa reinante no Céu. Sua missão não terminou com a morte: por ordem de Cristo, a Sé de Pedro está retida até que o último Papa, Petrus Romanus, seja manifestado após os grandes castigos purificadores.
A Grande Apostasia
Vivemos hoje a fase descrita como a Grande Apostasia, consolidada após o Sínodo da Amazônia, quando símbolos pagãos foram introduzidos em Roma. Trata-se do cumprimento literal das advertências de Nossa Senhora em La Salette e em Fátima, que anunciaram uma Igreja obscurecida, sacerdotes traidores e uma hierarquia em colapso.
A Igreja visível, controlada por falsos sucessores, perdeu a autenticidade de sua missão. Mas a Igreja verdadeira subsiste no pequeno remanescente fiel, espalhado pelo mundo, sustentado pela oração, pela penitência e pela fidelidade à Tradição.
O tempo de Petrus Romanus
As profecias afirmam que, após a purificação universal e os Três Dias de Escuridão, Deus suscitará o último Papa legítimo: Petrus Romanus. Ele guiará o rebanho remanescente em meio a sofrimentos sem precedentes, mas será o sinal do triunfo definitivo de Cristo e do Coração Imaculado de Maria.
Até esse momento, a Igreja atravessa o vale da sombra da morte, confiando que Cristo nunca abandona sua Esposa. O testemunho silencioso de Bento XVI permanece como luz de esperança: ele guardou até o fim a fé católica e sustentou, invisivelmente, a Igreja verdadeira.
O mistério da vida e morte de Bento XVI não pode ser compreendido apenas em termos humanos. Ele foi o penúltimo Papa válido, testemunha viva das profecias e mártir do silêncio. Sua renúncia, prisão e morte configuram-se como cumprimento das visões místicas que Deus revelou aos santos ao longo da história.
Estamos, portanto, no coração do tempo profético. A nós cabe permanecer fiéis, conservar a fé católica íntegra, rezar e oferecer sacrifícios, sustentando o remanescente da Igreja até que, após os castigos anunciados, Deus manifeste o último sucessor de Pedro, Petrus Romanus, e conduza a Esposa de Cristo ao triunfo final.
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